"Machado de Assis"Um pouco mais ajuizado, motivado por iniciar o colegial, ao mesmo tempo ter que trabalhar à noite, não fui bem sucedido na negociação com o professor Otaviano na mudança do curso noturno do primeiro colegial para o matutino. A solução foi mudar de colégio, horário da manhã e novo emprego.
Da TV Excelcior - canal 9 para a OVC - canal 5, posteriormente comprada pela Rede Globo.
Uma escola particular, boa infraestrutura, quadra de esportes, piscina, bons laboratórios, excelentes professores, rigor disciplinar, turma pequena, novas amizades, perduram até hoje, enfim tudo que precisava para a arrancada rumo a universidade.
O choque foi grande, a exigência era maior, mais tarefas, pesquisas em bibliotécas, aulas de laboratório à tarde.
À noite tinha que mostrar serviço, era novato como profissional, programas como "Chacrinha" às 5ª e sábado, "Silvio Santos" aos domingos eram desgastantes.
Sempre sobrava um tempo para decorar tabelas, ler algum livro ou mesmo fazer tarefas, eu aproveitava o máximo do tempo disponível.
Professores
Professor Albo, o "Albão" me fez t
omar gosto pela Matemática, Física era um apaixonado, Desenho Geométrico era meu forte, professor Arthur, o "Épura" me insentivava, terminei o colegial dando aula particular para uma turma do Liceu Coração de Jesus; em Português foi dada ênfase em literatura Portuguesa e Brasileira; a professora Helena de História. nos remetia para a bibliotéca municipal, praça Dom José de Gaspar, no centro de SP, fazer trabalhos sobre Platão e Aristóteles; Jean Jaques Rosseau, Maquiavel e muitos outros.
Química um bom professor apoiado por um bom laboratório.
Feira de Ciências - Pavilhão da Bienal - Ibirapuera
No segundo colegial, apresentamos, eu o Carlos Roberto Ceroni, um trabalho de Física, sobre choque inelático, ganhamos o 2° lugar e uma medalha, cada um de Honra ao mérito, o suficiente para o professor "Albo" me apelidar de "Físico".
No terceiro colegial, apresentamos vários trabalhos, fomos o 1º lugar, o colégio contemplado com uma placa homenageando o melhor expositor da feira, merecido prêmio pela coesão e empenho da equipe no desenvolvimento da pesquisa e elaboração dos experimentos.
"The book is on the table"
Inglẽs, a pedra no sapato, continua machucando meu calo até hoje.
Não tenho tanta culpa assim rejeição é rejeição, eu gostava de Francês, quando descobri a citação do Rui Barbosa: "Devemos pronunciar patrioticamente errada as palavras de origem estrangeira", foi o caldo que faltava em minha sopa. Assim como me neguei aprender o "DOS" (sitema operacional original do Windows) achava um absurdo aquela idiotisse, eu não mudei, a informática que se adaptou as minhas necessidades; o inglês caminha para o mesmo fim.
Tradutores existem aos montes. O Inglês que se adapte à minha cultura, acho um absurdo ter que falar mais de uma língua, ora já vivo às cambalhotas com oportuguês . As línguas devem passar por uma Reengenharia, esta história de esperar séculos é muito raciocínio jogado fora.
-"Tente ler a pornográfica carta de "Caminha" no original, em que lingua ele escreve?"
Permaneço Maometicamente no alto do meu saber e não mudo uma vírgula, só ouço as correções e puxões de orelha do meu irmão mais velho, o Lalau como gosta do português, leu e releu várias vezes a carta do descobrimento, apaixonou-se pelas observações e descrições alí contidas, um incansável admirador da beleza natural de nossas irmãs nativas, hoje não mais com suas vergonhas expostas, o que não diminui em nada seu interesse pelas pesquisas.
Da TV Excelcior - canal 9 para a OVC - canal 5, posteriormente comprada pela Rede Globo.
Uma escola particular, boa infraestrutura, quadra de esportes, piscina, bons laboratórios, excelentes professores, rigor disciplinar, turma pequena, novas amizades, perduram até hoje, enfim tudo que precisava para a arrancada rumo a universidade.
O choque foi grande, a exigência era maior, mais tarefas, pesquisas em bibliotécas, aulas de laboratório à tarde.
À noite tinha que mostrar serviço, era novato como profissional, programas como "Chacrinha" às 5ª e sábado, "Silvio Santos" aos domingos eram desgastantes.
Sempre sobrava um tempo para decorar tabelas, ler algum livro ou mesmo fazer tarefas, eu aproveitava o máximo do tempo disponível.
Professores
Professor Albo, o "Albão" me fez t
omar gosto pela Matemática, Física era um apaixonado, Desenho Geométrico era meu forte, professor Arthur, o "Épura" me insentivava, terminei o colegial dando aula particular para uma turma do Liceu Coração de Jesus; em Português foi dada ênfase em literatura Portuguesa e Brasileira; a professora Helena de História. nos remetia para a bibliotéca municipal, praça Dom José de Gaspar, no centro de SP, fazer trabalhos sobre Platão e Aristóteles; Jean Jaques Rosseau, Maquiavel e muitos outros.
Química um bom professor apoiado por um bom laboratório.Feira de Ciências - Pavilhão da Bienal - Ibirapuera
No segundo colegial, apresentamos, eu o Carlos Roberto Ceroni, um trabalho de Física, sobre choque inelático, ganhamos o 2° lugar e uma medalha, cada um de Honra ao mérito, o suficiente para o professor "Albo" me apelidar de "Físico".
No terceiro colegial, apresentamos vários trabalhos, fomos o 1º lugar, o colégio contemplado com uma placa homenageando o melhor expositor da feira, merecido prêmio pela coesão e empenho da equipe no desenvolvimento da pesquisa e elaboração dos experimentos.
"The book is on the table"
Inglẽs, a pedra no sapato, continua machucando meu calo até hoje.
Não tenho tanta culpa assim rejeição é rejeição, eu gostava de Francês, quando descobri a citação do Rui Barbosa: "Devemos pronunciar patrioticamente errada as palavras de origem estrangeira", foi o caldo que faltava em minha sopa. Assim como me neguei aprender o "DOS" (sitema operacional original do Windows) achava um absurdo aquela idiotisse, eu não mudei, a informática que se adaptou as minhas necessidades; o inglês caminha para o mesmo fim.
Tradutores existem aos montes. O Inglês que se adapte à minha cultura, acho um absurdo ter que falar mais de uma língua, ora já vivo às cambalhotas com oportuguês . As línguas devem passar por uma Reengenharia, esta história de esperar séculos é muito raciocínio jogado fora.
-"Tente ler a pornográfica carta de "Caminha" no original, em que lingua ele escreve?"
Permaneço Maometicamente no alto do meu saber e não mudo uma vírgula, só ouço as correções e puxões de orelha do meu irmão mais velho, o Lalau como gosta do português, leu e releu várias vezes a carta do descobrimento, apaixonou-se pelas observações e descrições alí contidas, um incansável admirador da beleza natural de nossas irmãs nativas, hoje não mais com suas vergonhas expostas, o que não diminui em nada seu interesse pelas pesquisas.


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