sexta-feira, dezembro 11, 2009

Curso Superior


"SCIENTIA VINCES"

(Vencerás pela Ciência)


Calma eu demorei 5 anos prá sair de lá

Em construção

Engº Responsável:

Lourival C. Cardoso

terça-feira, dezembro 08, 2009

Cursinho

Cursinho um mal necessário


“O universo é feito de histórias, não átomos “

-“Tudo bem, até entendo, concordo, mas se eu não “rachar” Física, Química, Matemática e estudar só História eu estou literalmente ferrado”.

Esta dicotomia martiriza o estudante:

-Exatas ou Humanas? Tão difícil a escolha quanto, ou até mais, que o próprio vestibular, sabe de antemão que não conseguirá abraçar o universo do conhecimento e sua escolha acabará por sufocar pelo menos a metade dele..

Optei por “Exatas”, especificamente engenharia, portanto continuo achando que o universo é feito de átomos, não é a arrogância da outra metade que escolheu “Humanas” que mudará esta “História”.

Meu tempo era rigorosamente administrado aos minutos, cursinho pela manhã, almoçar, estudar à tarde toda e trabalhar à noite; aos sábados à noite, como “camera man” no programa do Chacrinha, aos domingos, aí sim o dia todo no programa do Sílvio Santos.

Foi cansativo, nada que uma boa administração do tempo não pudesse resolver, após o Jornal Nacional, nos intervalos da programação da emissora, aproveitava para ler matérias como história por exemplo, durante a execução dos programas fixava minhas “colinhas” na camera e procurava decorar, a tabela periódica dos elementos químicos foi no programa do Silvio.

Minha Terra tem palmeiras onde canta o sabiá “Seno A . CosenoB +/- SenoB . CosenoA” e lá ia eu caminhando ou cantando como um louco na rua ou no onibus.

Era importante me manter na turma “A” da manhã (a melhor), assim foi o ano todo.

Foi divertido os professores eram uns verdadeiros artistas, o que me mantinha acordado durante as aulas eram suas palhaçadas e minhas “bufas”, sentava no fundão, sempre com a janela aberta, mas algumas eram de parar as aulas, sempre silenciosas, puramente metano com cheiro de gás sulfidríco, semelhante aquelas do pessoal do norte quando comem buchada de bode com bata doce.

O fato é que não conseguia me alimentar regularmente, a não ser no café da manhã, que complementava com um suco de leite com uma fruta, aveia e “Sustagem” (complemento vitamínico) este era a razão da “bomba gástrico intestinal” e o almoço.

O resultado foi bom, primeiro vestibular entrei entre os primeiros colocados da respeitada engenharia civil do Mackenzie e posteriormente pelo MAPOFEI, na tão sonhada POLI – USP.

sexta-feira, novembro 13, 2009

Colegial ( 2º grau )

"Machado de Assis"

Um pouco mais ajuizado, motivado por iniciar o colegial, ao mesmo tempo ter que trabalhar à noite, não fui bem sucedido na negociação com o professor Otaviano na mudança do curso noturno do primeiro colegial para o matutino. A solução foi mudar de colégio, horário da manhã e novo emprego.
Da TV Excelcior - canal 9 para a OVC - canal 5, posteriormente comprada pela Rede Globo.
Uma escola particular, boa infraestrutura, quadra de esportes, piscina, bons laboratórios, excelentes professores, rigor disciplinar, turma pequena, novas amizades, perduram até hoje, enfim tudo que precisava para a arrancada rumo a universidade.
O choque foi grande, a exigência era maior, mais tarefas, pesquisas em bibliotécas, aulas de laboratório à tarde.
À noite tinha que mostrar serviço, era novato como profissional, programas como "Chacrinha" às 5ª e sábado, "Silvio Santos" aos domingos eram desgastantes.
Sempre sobrava um tempo para decorar tabelas, ler algum livro ou mesmo fazer tarefas, eu aproveitava o máximo do tempo disponível.


Professores

Professor Albo, o "Albão" me fez tomar gosto pela Matemática, Física era um apaixonado, Desenho Geométrico era meu forte, professor Arthur, o "Épura" me insentivava, terminei o colegial dando aula particular para uma turma do Liceu Coração de Jesus; em Português foi dada ênfase em literatura Portuguesa e Brasileira; a professora Helena de História. nos remetia para a bibliotéca municipal, praça Dom José de Gaspar, no centro de SP, fazer trabalhos sobre Platão e Aristóteles; Jean Jaques Rosseau, Maquiavel e muitos outros.


Química um bom professor apoiado por um bom laboratório.

Feira de Ciências - Pavilhão da Bienal - Ibirapuera

No segundo colegial, apresentamos, eu o Carlos Roberto Ceroni, um trabalho de Física, sobre choque inelático, ganhamos o 2° lugar e uma medalha, cada um de Honra ao mérito, o suficiente para o professor "Albo" me apelidar de "Físico".

No terceiro colegial, apresentamos vários trabalhos, fomos o 1º lugar, o colégio contemplado com uma placa homenageando o melhor expositor da feira, merecido prêmio pela coesão e empenho da equipe no desenvolvimento da pesquisa e elaboração dos experimentos.

"The book is on the table"

Inglẽs, a pedra no sapato, continua machucando meu calo até hoje.
Não tenho tanta culpa assim rejeição é rejeição, eu gostava de Francês, quando descobri a citação do Rui Barbosa: "Devemos pronunciar patrioticamente errada as palavras de origem estrangeira", foi o caldo que faltava em minha sopa. Assim como me neguei aprender o "DOS" (sitema operacional original do Windows) achava um absurdo aquela idiotisse, eu não mudei, a informática que se adaptou as minhas necessidades; o inglês caminha para o mesmo fim.

Tradutores existem aos montes. O Inglês que se adapte à minha cultura, acho um absurdo ter que falar mais de uma língua, ora já vivo às cambalhotas com oportuguês . As línguas devem passar por uma Reengenharia, esta história de esperar séculos é muito raciocínio jogado fora.

-"Tente ler a pornográfica carta de "Caminha" no original, em que lingua ele escreve?"

Permaneço Maometicamente no alto do meu saber e não mudo uma vírgula, só ouço as correções e puxões de orelha do meu irmão mais velho, o Lalau como gosta do português, leu e releu várias vezes a carta do descobrimento, apaixonou-se pelas observações e descrições alí contidas, um incansável admirador da beleza natural de nossas irmãs nativas, hoje não mais com suas vergonhas expostas, o que não diminui em nada seu interesse pelas pesquisas.

quinta-feira, novembro 12, 2009

Ginásio (2ª metade do Primeiro grau)


GEC - Ginásio Estadual do Caxingui - inaugurado em Fevereiro de 1958

"Pistolão", era o termo usado pela poluação ao apadrinhamento politico, dos vereadores, deputados e caterva; trocava-se votos por vagas nas poucas escolas públicas existentes.
A região oeste de São Paulo era carente de escolas com curso ginasial, graças à mobilização da sociedade, inúmeros abaixos assinados e negociações com "os nada interesseiros políticos". foi possível formar o curso noturno

Instalações Provisórias

Um prédio emprestado do "Alberto Torres" - grupo escolar existente, no Butantan, foi o início com duas turmas, uma dos mais jovens, que entravam mais cedo às 17:30 horas e outra às 19:00 horas, os mais adultos, como incentivo aos funcionários do Instituto Butantã e do Jockey Club.

Aula inaugural

Depois de muitos desfiles de políticos, discursos e aplausos, eu meu irmão em uma classe com 25 alunos, assistimos a aula inaugural, português, ministrada pelo prof Otaviano, todo de azul marinho, gravata vermelha, cabelo de recruta, cara típica de "milico"; com um bigodão e falando grosso, eu tinha apenas 11 anos, vinha do primário da Vila São Luiz, só tive professoras nesta fase, o "homem assustava".

Professores fundadores

Otaviano - português
Otávio - Latim
( ) de francês
Mariza - matemática ( japonesa )
Alzira - geografia ( uma criatura fantástica )
Anteu - trabalhos manuais masculino
( ) trabalhos manuais feminino ( japonesa )
Branco - desenho
Roberto Machado (Robertão) - história
Canto orfeônico - Alceu V. Trindade
Primeiro diretor Prof Alceu V. Trindade ( para desepero da diretora, Dona "Cininha" do primário )

Prédio Novo

Dois anos após, um novo nome, Virgilia Rodrigues Alves de Carvalho Pinto, (nome da senhora mamãe do governador "Carvalho Pinto") o ginásio mudou para seu prédio próprio, no Instituto Previdência, não muito longe do Butantan, houve uma debandada geral dos alunos "adultos", novos alunos jovens da região passaram a frenquetar as aulas.

Bicicleta X Cavalo

Novo prédio, primeiro ano, estudamos à noite, eu em minha bicicleta "Monark - aro 26", meu irmão cheio de "querer" em sua linda bicicleta japonesa e nosso saudoso colega "Zé Botelho, em sua "exótica" de aro de madeira, eram os nossos meios de tranporte, só deixávamos a mamãe sossegada quando via os 3 faróis, ao longe, retornando, e tinha razão para tamanha preocupação, nosso caminho passava por um trecho da Rodovia Raposo Tavares, embora houvesse um posto rodoviário próximo, a ausência de acostamento oferecia um certo perigo.

Estudei também à tarde, sempre com a minha "Monark - aro 26", era meu transporte diário com sol ou chuva, era divertido.
O pai do "Sardinha" era carvoeiro, fazia a entrega do carvão pela manhã , à tarde este meu colega ia a cavalo para a escola, enquanto assistia aula, ele o deixava amarrado por uma corda, pastando nos fundos da escola.
Ao ouvir o sinal do recreio o "potente" já se posicionava para o lanche, sabia que ia receber água e pedaços de pão da molecada.

Ziraldo - Um dia na escola


Trabalhar

Estudava á noite, durante o dia, menor com 13 anos e sob autorização e responsabilidade de minha mãe perante juizado de menores comecei trabalhar, "office-boy" a função mais nobre dentro de uma empresa, literalmente abaixo da base da pirâmide hierárquica, sua importância se compara ao do presidente da empresa, só não o chama de "você" por ser mais velho, principalmente quando leva aqueles presentinhos, ou aqueles depósitos no banco que só os dois sabem a quem se destina.
TV Excelsior, uma escola "da" vida, de office-boy à camera-man, profissão importante para meu futuro estudantil.

A anormalidade endêmica que me persegue, sem dúvida teve sua origem nesta escola.

"Uma idéia na cabeça, uma câmera na mão e sem medo de ser feliz" olha o que estes "caras" fazem:


domingo, novembro 08, 2009

"Magie"

Aquela menina irriquieta, birrenta, vaidosa, chorona, alegre, carinhosa, peralta, amorosa, era tudo que uma criança deveria ser e foi, nunca malcriada, exatamente o modelo da filha que eu gostaria de ter sido pai.

Thaís, uma linda moça, cultivou o que há de melhor no ser humano, sua personalidade marcante aliada a uma invejável beleza com sua luz própria, estuda em São Paulo

Eu e minha esposa, fomos contemplados temporariamente com a "Magie", uma cachorrinha daschshund, de dois meses, até que a Thaís encontrasse uma solução adequada para dividir "pacíficamente" seu apartamento com a nova companhia.

Ficou dois meses sob nossos cuidados, aquí em Marilia, sempre dentro de casa, adquiriu todos os vícios possíveis: Comer fora de hora, dormir em nossa cama, ser paparicada sempre que fizesse manha, brincou com os filhotes da "Quióspa", foi bajulada e apoiada em suas artes, enfim "muito bem educada".

Uma despedida cheia de lágrimas, com muitos cafunés e beijinhos.

Está uma mocinha muito elegante", machuca os corações de seus admiradores, toda orgulhosa ao desfilar pela Av. Paulista ao lado de sua dona.

Como demoram as férias...

sábado, novembro 07, 2009

Grupo Escolar (1ª metade do Primeiro grau)

"São Paulo, fevereiro de 1954.
Grupo Escolar da Vila São Luíz
Lourival da Cunha Cardoso"

Esse foi o cabeçalho da primeira página do meu primeiro caderno.
Dona "Meire", minha primeira professora, pacientemente escreveu em todos cadernos dos alunos para servir de modelo a ser copiado durante o primeiro ano, uma caligrafia maravilhosa, tenho aquele "G" do Grupo Escolar, gravado em minha mente até hoje.
Ah! como era meiga aquela professora, calma, paciente, atenciosa; um doce com aqueles óculos muito transparente de aro prateado, realçava sua pele branca aveludada de seu rosto angelical.

Um desenho inesquecível: "Minha vaquinha"
Sempre fiquei indagando por que na caixa de lápis de cor existia o "branco", se a folha do caderno de desenho era branca?
Chegou o dia de tirar a dúvida, Dona Meire desenhou uma paisagem tradicional com duas montanhas, o sol nascente, a casinha com a porta e a janela, um pasto todo cercado e um caminho até a porteira.
"A louza é preta, o giz é branco como meu lápis, deve aparecer", pensei.
- "Professora deixa eu ir na louza fazer um desenho?"
Fiz uma vaquinha com meu lápis branco, pequenina no canto do pasto, o traço era bem fino quase não dava para ver.
Fui sentar e fiquei observando minha obra. Ficou lá vários dias, o apagador não conseguia removê-la.

Meu abecedário, a de avião, b de barriga, c de cebola, d de dado ...

Obrigado minha queria professora,"Dona Meire" !

Uma lembrança da "política", que não conseguia entender.
24 de Agosto de 1954
Morte do ex-presidente Getúlio Dornelles Vargas.

Aquele dia não houve aula.

Pela manhã, o céu estava nublado, as nuvens escuras, a mamãe preocupada, constantemente olhava para o lado da "cidade" o temporal era iminente, ela não "desgrudava" do rádio, o papai, alfaiate, trabalhava na rua Xavier de Toledo, no centro da cidade de São Paulo...
Eu imaginava que fosse cair um "pé dágua", mas o rádio ligado aquela hora, não era comum.
- "Mãe! O que foi?"
- "A mamãe está preocupada com seu pai, a coisa está "preta" na cidade."
Continuava olhando o céu e só via as nuvens escuras...

Michelle

Há determinados momentos em nossas vidas, que gostaríamos de voltar no tempo, resgata-los e mudar tudo, se fosse possível.

-"Michelle fui impotente, queria ter feito mais..."

Nasceu em minhas mãos, linda pretinha, filha da "Quióspa" e "Xerém", a mais carinhosa dos 7 filhotes, minha paixão, aquela que me escolheu para ser seu "paizão".

Todos saudáveis, já desmamados comendo muitas frutas, verdura, legumes, cereais, leite, creme de leite, e por incrível que pareça "ração para filhotes".
Sem mais, todos vomitaram, uma noite em claro cuidando de um e outro, pela manhã, três deles apresentaram diarréia, um melhorou com os medicamentos, os dois outros, o Apollo e a Michelle, não reagiram; passei o dia, deitado ao lado deles socorrendo um e outro, para não se engasgarem com os vómitos, assim foi também mais uma noite ...
Amanheceu, o Apollo se recuperava lentamente, A Michelle já não se sustentava, por volta do meio dia, me dei conta do tamanho da minha pequenez perante a vida.
Vi sua face mudar, como se me agradecesse em sua ultima tentativa de respirar... tudo que pude fazer naquele momento, gritar:

-"Não, não morra!"

Quem sou eu, para impor tamanha ordem...
A Michelle nos deixou ouvindo sua música.

-"Michelle, a "Tutuca" sua irmãzinha predileta me adotou, eu nunca vou te esquecer."

Xerém, meu companheiro de WEB

Tudo começou aqui

Um sábado de manhã, a Marli encontra um lindo cãozinho na garagem, com aquele olhar meigo, cativante, “pedindo para me pegar”, filhotinho ainda cerca de 2 meses se tanto.

A “mãezona” falou mais alto; amor à primeira vista, um ser tão pequeno, indefeso ali abandonado, viria mudar radicalmente nossa forma de conviver com nossos melhores amigos.

Com fome, frio, cheio pulgas, carrapatos (16 ao todo), muitos vermes e uma aparente sarna no roto.

Penduramos a casa no teto, e fomos adotados por ele.

Mal sabíamos que tomaria posse da casa, tudo é dele, não se muda nada sem sua aprovação.

Hoje, um lindo Fox Paulistinha (Terrier Brasileiro), pai de onze filhos, com um presente de natal já a caminho, mais uns 3 ou 4.

Vive e convive uma simbiose maravilhosa conosco.



terça-feira, novembro 03, 2009

Polly e Darwin

" Polly e Darwin "

Polly era uma terrier branca que pertencia a sua filha Henrietta e, era tão devotada a Darwin
quanto este era devotado a ela.
Após o casamento de Henrietta, Polly permaneceu em Downhouse, a propriedade rural onde viviam os Darwin, e adotou Darwin como seu dono. A pequena terrier aparece no "Expressão das Emoções nos Homens e Animais", como exemplo de expressões de comportamento inteligente e de atenção. Acompanhava seu dono e a família a toda parte, e deitava-se em um tapete aos pés do sofá onde ele repousava.
Era ela o cão que dormia num cesto próximo à lareira de seu escritório, enquanto Darwin escrevia seus textos.

Quando Darwin estava se preparando para uma expedição, ela ia se deprimindo à medida que via os objetos do estúdio de Darwin serem empacotados. Quando notava que o estúdio começava a ser arrumado, ela se excitava, percebendo a proximidade de seu regresso.
Era tão perspicaz que costumava tremer ou ficar com um ar de sofrimento quando Darwin passava por ela na hora do jantar, como se ela soubesse que ele falaria (como ele sempre falava) que “ela estava esfomeada”. Darwin costumava fazer ela pegar biscoito do seu nariz, e tinha um jeito carinhoso de explicar que ela deveria ser "muito boa menina", antes dela abocanhar o petisco.
Nas suas costas, havia um tufo de pelos avermelhados. Ela sofreu uma queimadura neste local e o pêlo cresceu castanho ao invés de branco. Darwin costumava sugerir que esse tufo de pelo estava de acordo com a teoria da pangênese*.
O pai de Polly era um Bull Terrier castanho, então esse pelo castanho que apareceu após a queimadura, mostrava a presença de "gêmulas" castanhas latentes. Ele gostava muito de Polly, e nunca demonstrou impaciência com a atenção que ela requeria.
Ela morreu poucos dias após a morte de Darwin.
O cesto no qual ela dormia perto da lareira no estúdio de Charles Darwin na Down House, foi fielmente representado no desenho de Mr. Parson.

Darwin, condenava como deplorável a atitude de um homem que não valorizava ou retribuía o afeto dedicado a ele por seu cão, afirmando que:

“Sabe-se de um cão que, na agonia da morte, acarinhou seu dono, e todos já ouviram falar do cão que, sofrendo numa vivissecção, lambeu a mão do homem que o operava”.

E comenta tal episódio, dizendo que:

“esse homem, a menos que a operação tenha sido plenamente justificada por um aumento de nosso conhecimento ou que tivesse um coração de pedra, deve ter sentido remorso até a última hora de sua vida”

PS. Não por menos o cientista russo que enviou o primeiro ser vivo ao espaço, deve ter lido Darwin, pelo manifesto arrependimento sobre o sacrifício da cadelinha "Laika".

Este "Blog" dedico à Quióspa (SRD), e seus filh0s; Tutuca, Carol, Mamute, Michelle (+), Stike, "Laika" e Apolo; também à Tainá (Pinscher), e suas filhas Rita, Cassia e Mel; ao Xerém (Fox Paulistinha = Terrier brasileiro, a mesma raça da Polly e da Laika), e a todos animais que doaram suas vidas em prol da humanidade.



"Laika"

sexta-feira, agosto 18, 2006


c h e m a
m a d o z

c h e m a
m a d o z


c h e m a
m a d o z

c h e m a
m a d o z

c h e m a
m a d o z
Ron
Muech
Ron
Muech
Ron
Muech
Ron
Muech
Ron
Muech
Ron
Muech
Ron
Muech
Rubens
Gerchman
k. Coelho
Oscar
Pereira
"A Carioca"
Pedro
Américo
(1882)
"A Bacante"
Vitor
Meirelles
(1857)
"Nu"
Anita
Mafalti
"Sol
Poente"
Tarsila
do
Amaral
"Onde
Estaria
Feliz"
Di
Cavalcanti
"Café"
Portinari

quinta-feira, agosto 17, 2006

Afilhada mais
legal do
mundo!!!!
"Natália"
Princesinha
e suas
madeixas
beleza
pura!!!
"Camila"
Se não fosse
os brasileiros
o que seria do
Japão ?
"Carolina"
lindaaaa!!!!

Tá vendo como sou
a coisa mais
Foooooofffiiiiiinnnnhhhaaa!
Essa minha irmanzona
vive
me mordendo
aiaiaiaiiiiiiiiii

Foooofuraa!!!!!!!
Eu sou a
Maria Clara
Não sou linda?
Bem, este é meu Blog